10/05/2011

Jornada dupla, tripla, etc...

Escrevi o último post há alguns meses - como diz o título, no meio de algumas lágrimas. Mas no comecinho deste ano, há exatamente 18 semanas, as coisas mudaram. Mesmo depois da primeira tentativa ter falhado, não desistimos do sonho de aumentar a família. Desde o casamento, há três anos, decidimos esperar exatamente esse tempo para ter o primeiro filho. Foi o suficiente para nos conhecermos ainda mais, planejar a vida profissional, viajar, sair sem hora para voltar, namorar em todos os cantos da casa (rs). E, principalmente, errar muito dentro e fora de casa, aprender, amadurecer.
Agora que chegou a hora, estamos preparados. Apesar do marido ajudar em todas as tarefas domésticas (aqui em casa temos os mesmos direitos e deveres), acredito que para a mulher esse seja um momento mais desafiador. Além de trabalhar fora, fazer pós-graduação, planejar as refeições (essa parte é comigo - detalhes em outro post) e organizar a casa, dar uma atenção para os pais, irmãos e amigos, entre tantas outras atividades (já é mais que uma dupla jornada), vou acumular mais uma - e talvez a mais importante função - que é a de ser mãe.
Muitas mulheres não pensam nisso quando decidem engravidar. Cuidar de um bebê é trabalhoso, mas é uma coisa que se aprende com mais facilidade. Não é qualquer uma que aprende a se tornar uma boa mãe. E pensar nessa parte assusta mais do que trocar fraldas.


Esse é o nosso bebê no ultrassom com 12 semanas.

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