26/07/2011

Música para bebês

Muitas pessoas não acreditam que o bebê seja capaz de identificar os sons do exterior ainda no útero. Mesmo os pais ficam constrangidos em conversar com a barriga. Mas eles não apenas ouvem os sons - são capazes de ficar mais calmos com a voz da mãe, do pai ou tipos específicos de música. Pode ser coincidência, mas a Isabela já mostra uma preferência por alguns ritmos. Quando ela está agitada, coloco para tocar o CD Baby Einstein - Vivaldi, no site Groove Shark. Ela parece dormir, assim como quando o papai acaricia minha barriga com a mão quentinha.



Retirado do site gnosisonline.org: "A música exerce uma influência profunda na fisiologia involuntária. Pode afetar o pulso e a pressão sangüínea, relaxar músculos, alterar a respiração e mexer com nossas emoções a ponto de nos fazer chorar ou rir. Bons músicos são capazes de provocar calafrios de êxtase em suas plateias. Outros, piores, podem causar desagradáveis arrepios de horror. Está provado que, a partir dos seis meses de gravidez, os bebês ouvem, dentro do útero materno, o que se passa do lado de fora. Quem afirma é o médico americano, dr. Thomas Verny, autor do livro A Vida Secreta da Criança Não-Nascida.
Michele Clemens, uma fonoaudióloga americana, realizou experiências medindo o batimento cardíaco de bebês no útero materno e chagou à conclusão que certos tipos de música são capazes de acalmá-los – como por exemplo Mozart, Vivaldi e Bach – enquanto outros os deixam irritados, como o rock pauleira e similares.
Mas a utilidade da música clássica não é vista somente nos bebês, mas também nos seus pais, cujos filhos os deixam com os cabelos em pé, naquelas situações estressantes que só os pais conhecem.
Mozart e Vivaldi são os compositores preferidos de todas as plantas, enquanto o rock as deixam estressadas. Isso está totalmente comprovado, fazendo-nos refletir na seguinte ideia: se certas músicas beneficiam ou prejudicam os seres do reino vegetal, será que essas mesmas músicas não teriam o mesmo efeito em nosso organismo e em nossa psique?"

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